
Alguns casos relacionados a ufologia são mais questionadores pela sua origem do que pela história em si. É o caso desta mulher. Talvez se esse caso tivesse ocorrido nos dias atuais ou em outra época qualquer, teria despertado mais interesse e pesquisa, infelizmente este caso gerou mais dúvidas e ceticismo do que investigações. Quem seria esta mulher? Seria realmente uma venusiana?
O que nos resta é tirarmos nossas próprias conclusões sobre o assunto.
O caso ocorreu no ínicio dos anos 50 numa cidade americana chamada Monte Palomar, durante um dos primeiros Congressos ufológicos envolvendo pessoas que já haviam tido algum contato com extraterrestres, algumas pessoas notaram uma mulher que julgaram ser “estranha”, pediram a um jornalista brasileiro que estava no local que tirasse uma foto desta mulher, ela se assustou com o flash da câmera e fugiu estranhamente, e se escondeu num bosque da região, próximo ao local do evento.
Eu me pergunto, por que razões as pessoas acharam que esta mulher seria uma alienígena? Seria por seu comportamento? Por sua aparência estranha? Talvez nos dias de hoje ela passaria despercebida, com tantas pessoas estranhas que vivem a nossa volta, ou será que hoje em dia existem muitos aliens entre nós e já virou algo comum pra gente? É algo a se pensar…
Mas o mais estranho deste curioso caso, é que no mesmo dia do ocorrido muitas pessoas viram uma estranha nave saindo do mesmo bosque em que a mulher se escondera deixando todos impressionados, depois disso checaram o livro de visitas do evento, e descobriram que a alienígena havia assinado o livro pelo nome de Dolores Barrios.
Este fato deixou no mundo ufológico mais perguntas do que respostas (como todos os casos ufológicos conhecidos), seria mesmo uma extraterrestre que teria visitado a terra? Seria uma mera especulação seguida de uma alucinação? Bem, supondo que este caso seja verdade, o que faria um alienígena num evento ufológico e de forma tão explícita? Por que assinaria um livro de visitas? Por que inventaria um nome fictício? Estas são questões que nunca terão resposta.