O estranho caso de Dolores Barrios

17 03 2009

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Alguns casos relacionados a ufologia são mais questionadores pela sua origem do que pela história em si. É o caso desta mulher. Talvez se esse caso tivesse ocorrido nos dias atuais ou em outra época qualquer, teria despertado mais interesse e pesquisa, infelizmente este caso gerou mais dúvidas e ceticismo do que investigações. Quem seria esta mulher? Seria realmente uma venusiana?

O que nos resta é tirarmos nossas próprias conclusões sobre o assunto.
O caso ocorreu no ínicio dos anos 50 numa cidade americana chamada Monte Palomar, durante um dos primeiros Congressos ufológicos envolvendo pessoas que já haviam tido algum contato com extraterrestres, algumas pessoas notaram uma mulher que julgaram ser “estranha”, pediram a um jornalista brasileiro que estava no local que tirasse uma foto desta mulher, ela se assustou com o flash da câmera e fugiu estranhamente, e se escondeu num bosque da região, próximo ao local do evento.

Eu me pergunto, por que razões as pessoas acharam que esta mulher seria uma alienígena? Seria por seu comportamento? Por sua aparência estranha? Talvez nos dias de hoje ela passaria despercebida, com tantas pessoas estranhas que vivem a nossa volta, ou será que hoje em dia existem muitos aliens entre nós e já virou algo comum pra gente? É algo a se pensar…

Mas o mais estranho deste curioso caso, é que no mesmo dia do ocorrido muitas pessoas viram uma estranha nave saindo do mesmo bosque em que a mulher se escondera deixando todos impressionados, depois disso checaram o livro de visitas do evento, e descobriram que a alienígena havia assinado o livro pelo nome de Dolores Barrios.

Este fato deixou no mundo ufológico mais perguntas do que respostas (como todos os casos ufológicos conhecidos), seria mesmo uma extraterrestre que teria visitado a terra? Seria uma mera especulação seguida de uma alucinação? Bem, supondo que este caso seja verdade, o que faria um alienígena num evento ufológico e de forma tão explícita? Por que assinaria um livro de visitas? Por que inventaria um nome fictício? Estas são questões que nunca terão resposta.





OVNIs no interior de São Paulo nos anos 50

17 02 2009

Dona Cecy conta abaixo suas duas impressionantes experiências com avistamento de discos voadores perto de São José do Rio Pardo, interior de São Paulo por volta de 1956.

Parte 1

Parte 2

Fonte: Diburros





França divulga arquivos sobre Ovnis

17 02 2009

A França se transformou nesta quinta (22/03/2007) no primeiro país do mundo a publicar na internet os arquivos de seu grupo de cientistas dedicados à busca de Ovnis e à pesquisa de fenômenos aeroespaciais não identificados.

Os 1.600 casos analisados pelo Grupo de Estudo e de Informação sobre Fenômenos Aeroespaciais Não Identificados (Geipan, sigla em francês) serão paulatinamente publicados na rede e poderão ser consultados por qualquer um.

Embora o grupo não existisse até a década de 70, o primeiro testemunho do tipo foi recolhido na França em 1937. Como aperitivo, os aficionados e especialistas poderão ter acesso a 400 casos através da página do Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES), do qual depende o Geipan. O restante dos dados, incluindo 6 mil testemunhos e 3 mil interrogatórios serão publicados com o tempo. No total, cerca de 100 mil páginas estarão à disposição do público.

Ali, podem ser encontradas as investigações, os dados e as provas dos casos estudados pelo grupo de cientistas que, em muitas ocasiões, teve que concluir que se tratava de fenômenos inexplicáveis.

“Não se deve esperar de nossos arquivos revelações, mas esperamos que sirvam aos cientistas, e que o fenômeno dos Ovnis se transforme, finalmente, em um objeto de estudo como qualquer outro”, explicou o atual responsável pelo Geipan.

Alguns casos serão paradigmáticos na história da busca de Ovnis, como o avistado pelos membros da tripulação de um vôo francês. Um objeto que descreveram como algo em forma de lentilha, com cerca de 200 a 300 metros de diâmetro foi claramente visto perto de Paris pelo piloto, o co-piloto e outro membro da tripulação de um vôo da Air France que ia de Nice a Londres, em 28 de janeiro de 1994.

Os radares do Exército francês também detectaram seu rastro, o que levou os especialistas a considerá-lo um Ovni, por não encontrarem outra explicação razoável. Também não encontraram explicação científica para o relato de um pedreiro aposentado que assegurou que, em 1981, viu pousar, perto de seu jardim, uma espécie de disco voador de cerca de 2,5 metros de diâmetro.

Quando os cientistas foram investigar o caso, encontraram provas incompreensíveis: o lugar no qual supostamente aterrissou a nave espacial apresentava restos de terra que, segundo os laboratórios consultados, tinha sido submetida a temperaturas em torno de 600°C e tinha suportado um objeto de entre 500 e 700 quilos. Além disso, a análise dos pés de alfafa que estavam perto do lugar revelou que os vegetais sofriam um enfraquecimento no processo de fotossíntese que os botânicos só puderam explicar como conseqüência de contato com um campo elétrico intenso. Provas suficientes para qualificar o caso como inexplicável.

O trabalho do Geipan permitiu, também, dar uma explicação científica a outros casos ou descobrir superstições baratas. Em 1979, o grupo desmascarou alguns feirantes que contaram à imprensa que um deles tinha sido seqüestrado por extraterrestres. Seis anos depois, os cientistas encontraram uma explicação razoável para que uma bomba alemã da Segunda Guerra Mundial tivesse caído em um campo em que trabalhavam dois agricultores: os nazistas tinham escondido armas em uma restinga próxima e, com o tempo, a nitroglicerina ativou-se sozinha.

Desde sua criação nos anos 1970, o Geipan não teve explicação para um em cada três casos.

Fonte: G1





Ovni filmado em 1991 no Brasil

16 02 2009

Muito bem lembrado por Fernando Ribas.





Avistamentos: o que é ou não real

16 02 2009

i-want-to-believeA clássica frase do agente Fox Mulder, da série Arquivos X, é fundamental para entendermos o fenômeno dos falsos avistamentos que têm bombardeado a internet nos últimos anos.

“EU QUERO ACREDITAR”

Esta frase poderia ser interpretada como alguém dizendo que não acredita no que está vendo, que desejaria acreditar na veracidade da coisa, mas que a coisa em si é absurda demais para ser verdadeira. Ou ainda, pode ser um desejo tão desesperado que faz com que qualquer coisa que fuja aparentemente do corriqueiro venha a ser dada como verdade, simplesmente pelo fato do observador “querer” que aquilo seja real.

Atualmente na internet circulam milhares de vídeos, notícias e imagens de avistamentos que são falsos, criadas por computação gráfica. Infelizmente, existem vários programas de edição de imagens à disposição de qualquer sujeito brincalhão ou mal intencionado.

Numa era em que qualquer pessoa tem à mão uma câmera digital de boa resolução, e até mesmo celulares com câmeras digitais embutidas, era para o número de registros em vídeo e foto dos avistamentos multiplicarem, porém, este número caiu, perdendo espaço para um volume absurdo de fotos manipuladas e vídeos com inserções de computação gráfica.

Por tanto, é imprescindível que sejam verificadas as fontes dos materiais encontrados, para que não caiamos nas peças pregadas por estas pessoas.

Se antes pairava a dúvida da veracidade dos avistamentos, hoje o nosso censo crítico deve ser ainda maior para todo o material que se tem visto por aí.

Por Pacha Urbano





A noite oficial dos OVNIS no Brasil

16 02 2009

Em 19 de maio de 1986, apareceram muitos discos voadores no céu brasileiro, a ponto de as autoridades da Aeronáutica virem a público afirmar que o espaço aéreo brasileiro foi invadido por vinte e um objetos de origem desconhecida.

Estes objetos foram detectados pelos radares e acompanhados por aviões a jato. Eles movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundo, sem causar o boom característico. Além disso mudavam de cor, mudavam de trajetória, subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro ponto do céu.

Acompanhavam os aviões, ficavam parados, faziam ziguezague, causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas, saturaram os radares, causaram interferências nos equipamentos dos aviões a jato, faziam curvas em ângulos retos (90°) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais.

CRONOLOGIA DO INCIDENTE

20:50 horas – O operador da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos observa, por binóculo, dois pontos luminosos. A torre pede ao comandante Alcir Pereira da Silva, que viajava com o coronel Ozires Silva, que fizesse uma busca visual do OVNI.

21:10 horas – Sinais luminosos são vistos pelo comandante Alcir e pelo coronel Ozires Silva.

21:14 horas – O controle de radar de São Paulo recebe sinais sem identificação.

21:15 horas – O controle de radar de São Paulo informa o Centro de Tráfego Aéreo de Brasília.

21:20 horas – Brasília confirma a presença de sinais no radar.

21:23 horas – O primeiro jato F-5E sai da Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, rumo a São José dos Campos (tenente Kleber Caldas Marinho).

22:45 horas – O radar de Anápolis, a 50 km de Goiânia, detecta os sinais e o primeiro Mirage levanta vôo em busca dos OVNIs (capitão Armindo Souza Viriato de Freitas).

22:50 horas – O segundo jato F-5E levanta vôo (capitão Márcio Brisola Jordão).

23:15 horas – O tenente Kleber vê bolas de luz pela primeira vez e começa a perseguir os OVNIs.

23:17 horas – O segundo Mirage levanta vôo em Anápolis.

23:20 horas – O F-5E detecta, pela primeira vez, sinais pelo radar de bordo.

23:36 horas – O terceiro Mirage levanta vôo da base de Anápolis.

Isso tudo foi informado oficialmente, e deve ser menos de 20% do que realmente aconteceu.





Foo Fighters

16 02 2009

foofighters03Foo Fighter (do francês foo gíria para fogo e do inglês fighter referência aos caças: Caça de fogo) é um termo utilizado durante a Segunda Guerra Mundial para descrever o fenômeno onde uma ou mais esferas luminosas alaranjadas eram avistadas por pilotos perseguindo ou acompanhando seus aviões. Alguns pilotos aliados achavam que poderia ser uma espécie de arma psicológica dos alemães, que visava atordoar e confundir os pilotos.

foofighters02Terminada a guerra, a hipótese de arma nazista foi descartada. Na verdade, os Foo fighters também importunavam os alemães. O assunto era tratado com tanta seriedade pela alto comando da Luftwaffe que em 1944 foi criada a “Base Especial nº 13” (Sonderbüro Nr. 13), um projeto secreto de investigações, que se ocultava sobre o nome de “Operação Uranus”, e tinha o objetivo de recolher, avaliar e estudar os relatórios de observações dos pilotos sobre estranhos objetos voadores que apareciam perto dos aviões alemães. Supõe-se que os alemães começaram a ver estes estranhos objetos desde 1943, onde os relatórios começaram a chegar no Estado Maior Superior do Exército do Ar da Alemanha. A criação deste projeto de pesquisa secreto pelo alto comando militar alemão prova que os Foo fighters eram um mistério a ser desvendado também para os nazistas.

foofighters01Foram criadas várias teorias para o fenômeno, inclusive de supostas aparições de origem extraterrestres. Um tipo de descarga elétrica das asas dos aviões tem sido sugerido como uma explicação. Outra teoria supõe que as esferas avistadas pelos pilotos eram Raios globulares.

Mas até hoje não foi encontrado nenhuma explicação satisfatória.

Fonte: Foo Fighters no Wikipédia